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criação de site para advogado: checklist antes de contratar
Checklist para contratar a criação de um site jurídico com escopo, revisão, privacidade e contato claros, sem promessas de resultado.

conteúdo publicado para revisão. ainda não aprovado para indexação.
Contratar a criação de um site jurídico não é escolher apenas uma aparência. O site passa a apresentar informações profissionais, áreas em que existe atuação real, conteúdo público e caminhos de contato. Por isso, a melhor proposta é a que descreve escopo, responsabilidades e limites — não a que promete resultado sem explicar como será entregue.
Este checklist ajuda a preparar a conversa com uma agência. Ele não substitui a revisão de um advogado sobre a comunicação do escritório nem orienta um caso jurídico individual.
resposta curta: contrate um escopo que você consegue conferir
Uma proposta útil responde o que será produzido, quem fornece os materiais, quantas revisões existem, como o conteúdo é aprovado, qual canal recebe o primeiro contato e o que fica fora do trabalho. “Site completo” ou “site que aparece no Google” não são critérios suficientes para comparar fornecedores.
Comece definindo o trabalho da página. Um site institucional pode apresentar o escritório, a identificação profissional, as áreas de atuação, o contexto geral e o contato. Uma landing page pode apoiar uma comunicação específica. Tentar colocar tudo em uma tela costuma gerar texto genérico e um próximo passo pouco claro.
checklist de escopo antes de assinar
1. identificação profissional e atuação real
Confirme quais dados podem aparecer: nome, inscrição profissional, sociedade quando houver, localização, canais e áreas de atuação. A página precisa refletir o que é verdadeiro e atual. Não anuncie título ou especialidade que não possa ser confirmado.
2. páginas que têm uma função
Nem todo escritório precisa começar com muitas páginas. Uma estrutura inicial pode ter apresentação, atuação, sobre, conteúdo e contato, desde que cada parte responda a uma dúvida distinta. Páginas repetidas para cidades ou serviços sem atendimento real não ajudam quem lê e criam risco de conteúdo artificial.
3. texto que informa sem induzir contratação
O conteúdo jurídico público precisa explicar limites e usar linguagem compreensível. Promessa de êxito, comparação com concorrentes, urgência fabricada, preço como chamariz e linguagem de captação não são atalhos de conversão aceitáveis. Antes de publicar, o escritório deve aprovar o texto e a revisão especializada deve registrar as fontes usadas.
4. primeiro contato com o mínimo necessário
O formulário inicial não deve pedir processo, documento, prova, informação financeira ou relato detalhado. Nome, canal de retorno e objetivo geral podem bastar para iniciar uma conversa administrativa. O site também precisa orientar a pessoa a não enviar material sensível por esse canal.

5. revisões, domínio e manutenção
Pergunte quantas revisões estão incluídas e o que será considerado uma mudança nova de escopo. Na feito.dev, há duas rodadas de revisão incluídas. O domínio é registrado em nome do cliente. A agência não faz manutenção, SEO ou Ads de um site criado por terceiros; esse limite deve estar claro antes da contratação.
perguntas que vale levar para a proposta
- Quais páginas e seções serão entregues?
- Quem escreve, quem revisa e quem aprova a comunicação jurídica?
- Quais fontes e dados profissionais precisam ser enviados?
- Como o formulário reduz coleta desnecessária de informação?
- Quantas revisões estão incluídas?
- O domínio ficará em nome do escritório ou do profissional?
- O que acontece depois da entrega e o que não faz parte do contrato?
o que um site jurídico pode e não pode prometer
Um site pode tornar a atuação, o contexto e os canais de contato mais fáceis de encontrar. Ele não garante posição no Google, contatos, contratação ou resultado jurídico. A mesma cautela vale para conteúdo e mídia: cada peça precisa ser revisada no contexto da atuação e das regras profissionais aplicáveis.
este conteúdo está em revisão editorial. não apresenta orientação profissional, jurídica ou clínica.
próximo passo
transforme a decisão em um escopo claro
a conversa começa pelo seu contexto, pelo que já existe e pelo que precisa ficar mais simples. orçamento não pressupõe ferramenta, integração ou resultado antes da análise.